Quem sou

 



Sou desenvolvedor de software e apaixonado por tecnologia.

Meu primeiro emprego na área foi em 1994, em uma empresa de jogos educativos localizada na cidade de São Paulo. Lá, atuei como programador durante dois anos. Embora a empresa não exista mais, essa experiência marcou profundamente minha trajetória profissional.

Primeira vez no Japão e início da carreira

Em 1996, pedi demissão para embarcar em uma nova jornada como dekassegui no Japão. Retornei ao Brasil em 2000, retomando minha carreira como Analista de Desenvolvimento de Software. Durante mais de 20 anos de atuação na área, sempre tive o desejo de voltar a desenvolver softwares educativos. No entanto, no final da década de 90, a demanda era baixa e havia poucas empresas atuando nesse segmento, o que me levou a direcionar minha carreira para outros tipos de sistemas e soluções.

Segunda fase no Japão e realização profissional

Desde setembro de 2017 estou novamente no Japão, agora vivendo em Joso-shi, Ibaraki-ken. E, finalmente, realizo um antigo sonho: trabalhar como desenvolvedor de software educativo, utilizando as melhores ferramentas tecnológicas disponíveis atualmente.

A evolução tecnológica tem sido extraordinária. Hoje, temos acesso a um vasto conjunto de ferramentas que possibilitam a criação de jogos 2D e 3D para celulares, tablets e desktops, além de projetos com Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR).

Editar imagens, modelar objetos em 2D e 3D, utilizar bancos de dados, linguagens de programação... tudo isso está ao alcance de todos com apenas alguns cliques. Grande parte dessas ferramentas está disponível gratuitamente na internet. E se você nunca usou nenhuma delas, uma simples busca no Google ou no YouTube oferece uma infinidade de tutoriais, manuais e videoaulas.

Criar para transformar

Hoje é possível criar softwares que realmente fazem a diferença na vida das pessoas. Jogos educativos que apoiam o processo de aprendizagem de alunos, inclusive crianças surdas ou cegas, em áreas como matemática, física, química e outras. Tudo ficou mais acessível. Basta deixar a procrastinação de lado e começar.

E aí, vamos programar?

Claudio Seiji
Joso-shi, Ibaraki-ken – Japão


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